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Quarta, 13 Setembro 2017 10:20

"Quando criei a Fogozada, eu separei todos os elementos" revela Corintiano

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Água ardente, água que passarinho não bebe, canha, caninha, marvada, mé, pinga. Com certeza você já deve ter ouvido esses nomes por aí. Essas são algumas das formas populares para a brasileiríssima cachaça.

Em todo o Brasil nesta quarta-feira (13), é comemorado o dia da cachaça. Não chega a ser um feriado nacional, mas o dia tem uma explicação histórica. A data foi criada pelo Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), no dia 5 de junho de 2009, durante uma feira Expocachaça, em Belo Horizonte.

Em 13 de setembro de 1661, uma revolta popular contra a colônia portuguesa levou à legalização da cachaça, que era proibida até então. Tal episódio ficou conhecido como “Revolta da Cachaça”.  

Embora de origem popular, a bebida entrou recentemente na lista das mais caras do mundo. Uma garrafa de cristal cravejada com 211 pedras preciosas e armações em prata e ouro contendo a Velho Barreiro Diamond custam cerca de R$ 212 mil.

Segundo empresas, a bebida é formada por um “blend único e especial” entre o Velho Barreiro original e uma “cachaça alambique rigorosamente selecionada, oriunda da região serrana do Rio de Janeiro”, o que garantiria “um sabor suave e harmonizado, com um aroma levemente frutado e adoçado”. A edição foi lançada em 2011 limitada a 60 unidades.

Que a cachaça é considerada símbolo da identidade brasileira todo mundo já sabe né? Afinal, quem não gosta de uma boa cachaça? A verdade é que para o brasileiro nato não há horário ou lugar certo para apreciar uma boa cachaça. Saborear com moderação, por exemplo, nesta quarta-feira seria uma boa pedida.  

A bebida ganhou vários nomes, cada uma com influencias regionais de cada Estado. Em São Luís, um nome bem conhecido é a “Fogozada”, produção genuinamente maranhense preparada pelo Raimundo Costa, popularmente conhecido como “Corintiano”.

A "Fogozada" é uma cachaça aguardente afrodisíaca a base de catuaba, jatobá, mel, ervas e frutas.  De acordo com os apreciadores, é indicada para quem quer 'dá aquela animada' no momento a dois e, por este motivo possui o nome incomum. 

O feirante e criador da "Fogozada", seu "Corintiano", explica que suas bebidas são manipuladas tendo como base outras cachaças, ervas e frutas para criar um novo sabor.

 “Quando criei a Fogozada, eu separei todos os elementos para que a bebida tivesse um sabor diferente, e único. A minha ideia foi fazer algo para aumentar o apetite sexual de pessoas mais velhas e para minha surpresa, quem mais compra a cachaça são mulheres jovens”, contou seu corintiano.

Para os apreciadores, uma boa cachaça é aquela acompanhada com diversos tipos de queijos, mariscos, ovo de codorna, carambola, manga, carne de sol, torresmo, castanhas salgadas, entre outros. 

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